A reportagem de capa de VEJA SÃO PAULO (“Os sete pecados da Câmara”, 12 de setembro) não poderia ser mais precisa e oportuna. É um serviço de grande valia prestado aos eleitores paulistanos, e que muito ajudará na decisão daqueles que ainda não sabem ao certo em quem confiar o seu voto. Ao contrário da maioria dos trabalhadores brasileiros, os vereadores ganham muito para o pouco — ou nada — que fazem durante o mandato. Não têm o mínimo respeito com a população que paga seu polpudo salário e, a cada eleição, sem nenhum constrangimento, voltam ao seu reduto eleitoral para pedir votos. Lembrando uma frase do político e escritor inglês Philip Chesterfield, que bem define essa classe cada vez mais desprestigiada: “Os políticos não conhecem nem o ódio nem o amor. São conduzidos pelo interesse, e não pelo sentimento”.
MIRNA MACHADO
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